Busca local por unidade
Página própria para cada unidade, com endereço, região atendida e contato direto. Quem procura “clínica de exame admissional” busca por proximidade — e uma clínica com cinco unidades que só tem uma página perde quatro.
Medicina do Trabalho
A Pulse SST faz a captação de empresas contratantes para clínicas de medicina do trabalho: exames ocupacionais, ASO, PCMSO e coordenação médica. O trabalho é atrair o RH que precisa fechar contrato de exame, não o trabalhador que vai fazer o exame.
Essa distinção define tudo. Uma clínica ocupacional não vende para paciente — vende para empresa. Quem pesquisa é analista de departamento pessoal com um admissional para resolver hoje, ou um RH renegociando o contrato anual de todos os colaboradores. São dois momentos de compra completamente diferentes, e a maioria dos sites de clínica não atende nenhum dos dois.
Página própria para cada unidade, com endereço, região atendida e contato direto. Quem procura “clínica de exame admissional” busca por proximidade — e uma clínica com cinco unidades que só tem uma página perde quatro.
Campanha separada para admissional, periódico, demissional e exames complementares. Cada um tem urgência e ticket diferentes, e misturar tudo numa campanha só entrega o pior CPA dos três.
ASO, PCMSO, audiometria, espirometria e ECG com página própria. O RH pesquisa pelo nome do exame que precisa contratar, não por “medicina do trabalho”.
O gargalo da clínica raramente é lead — é agendamento. Encurtamos o caminho entre o contato e a data marcada, com WhatsApp direto e formulário que já captura número de colaboradores.
Cada endereço com perfil próprio, categoria correta e informação consistente. É o que faz a clínica aparecer no mapa quando o RH busca por bairro.
Artigos sobre prazo de ASO, validade de exame, o que muda na mudança de função e quando o retorno ao trabalho é obrigatório. É a dúvida que antecede a ligação para a clínica.
Empresa contrata clínica perto da operação, porque o colaborador precisa se deslocar. Isso torna a busca local mais decisiva aqui do que em quase qualquer outro serviço de SST — e é por isso que unidade sem página própria é receita perdida.
O admissional é urgente: tem candidato esperando para assinar. O contrato de PCMSO é planejado, anual, comparado entre fornecedores. Uma clínica precisa capturar os dois, e a página que serve para um não serve para o outro.
O faturamento vem do número de colaboradores atendidos, não do número de contratos. Fechar com uma empresa de 400 pessoas vale mais que vinte contratos de 20. Por isso o formulário pergunta o porte antes do comercial ligar.
Ter médico coordenador, elaborar o PCMSO e emitir relatório anual separa a clínica que faz exame da que gerencia saúde ocupacional. É argumento comercial e quase nunca aparece no site.
Levantamos cada endereço, cada exame oferecido e a região que ele atende. Esse mapa vira a arquitetura do site e a segmentação geográfica das campanhas.
Clique de WhatsApp, ligação e formulário configurados como conversão antes de qualquer verba entrar. Em clínica a maior parte do contato vem por telefone e WhatsApp — se isso não é medido, a campanha parece pior do que é.
Campanha e página para quem precisa de admissional hoje. É o que gera contato na primeira semana e paga a operação enquanto o resto amadurece.
Página por unidade e perfil no Google Business para cada endereço, com dados idênticos em todos os lugares.
Produção contínua sobre PCMSO, prazos e obrigações, para disputar o contrato planejado — o que tem ticket maior e menos concorrência de preço.
Exames ocupacionais, PGR, PCMSO e laudos, com cinco unidades na capital. Rebranding, site institucional, redes sociais e Google Ads.
Ver o case →346 leads entre 05/05 e 16/08/2026, sendo 198 de busca orgânica, sustentados por 96 artigos em 12 meses.
Ver o case →Por três caminhos que se somam: busca local por unidade, para aparecer quando o RH procura clínica na região; campanhas de busca separadas por tipo de exame, porque admissional e contrato de PCMSO têm urgências diferentes; e conteúdo sobre prazo e obrigação de exame, que é a dúvida que antecede o contato. Indicação continua funcionando, mas não é previsível.
Sim, quando as unidades atendem regiões diferentes. A busca por clínica ocupacional é local: o RH procura perto da operação da empresa. Uma clínica com cinco unidades e uma página única disputa apenas a região da sede e perde as outras quatro.
Com a empresa. Quem contrata e paga é o departamento pessoal, o RH ou o SESMT da contratante. O trabalhador comparece ao exame, mas não escolhe a clínica. Site escrito para paciente atrai visita que não vira contrato.
Os que são procurados pelo nome: admissional, periódico, demissional, mudança de função, retorno ao trabalho, ASO, audiometria, acuidade visual, espirometria e ECG. O RH pesquisa o exame que precisa contratar, não a especialidade médica.
Funciona bem para a demanda urgente, principalmente admissional, porque existe prazo e a busca acontece com intenção de contratar. Exige lista de negativas rigorosa para cortar quem procura curso, vaga de emprego ou informação sobre o próprio exame — esse tráfego consome verba e não gera contrato.
Atendemos de clínica única a rede com várias unidades. O que muda é o escopo: uma unidade demanda presença local bem feita e campanha enxuta; uma rede demanda arquitetura por unidade, segmentação geográfica e consistência de dados entre todos os perfis.
Conte quantas unidades você tem e como as empresas chegam até você hoje. A partir daí dá para dizer o que falta.