Linha editorial pelo calendário regulatório
A pauta sai do que está acontecendo na norma: prazo de evento do eSocial, atualização de NR, período de renovação de PGR. Conteúdo com data é o que o RH salva e compartilha internamente.
Redes sociais
A Pulse SST cuida dos perfis de clínicas de medicina do trabalho, empresas de segurança do trabalho e consultorias de SST. O público é o RH e o SESMT que contratam — não o trabalhador que faz o exame.
Antes de contratar, entenda o que esperar. Rede social em SST raramente gera lead direto. Ela sustenta a decisão: o RH que recebeu sua proposta vai olhar o seu perfil antes de aprovar, e um perfil parado há oito meses responde essa consulta do jeito errado.
Este é o dado de um cliente nosso. Ele desmente o que a maioria das agências promete ao vender redes sociais.
Dois leads em três meses. Se o critério for volume de contato, rede social é o pior canal de SST — e não faz sentido contratar.
O motivo de fazer é outro: nesses mesmos três meses, o perfil foi visitado por gente que já estava conversando com o comercial. Isso não aparece como lead em relatório nenhum, e é o que decide contrato de ticket alto.
A pauta sai do que está acontecendo na norma: prazo de evento do eSocial, atualização de NR, período de renovação de PGR. Conteúdo com data é o que o RH salva e compartilha internamente.
Consultoria que vende para indústria vive no LinkedIn. Clínica que atende empresas da região rende mais no Instagram, pela busca local. Manter os dois com a mesma dedicação costuma ser desperdício.
Registro de treinamento aplicado, avaliação em campo, equipe técnica. É o conteúdo que mais engaja no setor e o que menos aparece, porque exige estar junto da operação.
As perguntas que o comercial mais recebe viram post. Prazo de ASO, validade de exame, o que muda na mudança de função. Pauta não se inventa em reunião de agência.
Bio clara, serviços fixados, contato funcionando, endereço e horário. O visitante que veio checar sua empresa precisa confirmar em cinco segundos o que você faz e onde atende.
Frequência que a operação sustenta o ano inteiro, não sprint de dois meses. Perfil com trinta posts e depois silêncio comunica pior que perfil com dez posts constantes.
Não adianta falar com o trabalhador. Ele comparece ao exame, não escolhe a clínica. Quem decide é analista de departamento pessoal, coordenador de RH ou técnico de segurança — pessoas que seguem perfil por utilidade profissional, não por entretenimento.
Um post que explica corretamente um prazo do eSocial e é salvo por dez profissionais de RH vale mais que um card motivacional com mil curtidas. Métrica de vaidade em mercado técnico engana o cliente e a agência ao mesmo tempo.
Post que confunde PGR com PPRA, erra prazo de evento ou cita norma revogada é visto justamente por quem sabe. E diferente do site, post circula: chega a quem não é seu seguidor. Revisão técnica antes de publicar não é excesso de zelo.
Conteúdo de campo mostra pessoas. Cada imagem exige autorização de uso e EPI correto — publicar foto de trabalhador sem capacete no perfil de uma empresa de segurança é o tipo de erro que vira print.
Definir onde vale estar, a partir de quem decide a compra na sua operação. Estar em toda rede é a forma mais rápida de não estar em nenhuma.
As dúvidas que mais chegam ao seu time viram calendário editorial. É a fonte de pauta mais confiável que existe, e não custa nada.
Texto e arte, com conferência de norma antes de publicar. Nada vai ao ar com sigla trocada.
Cadência mantida, comentário respondido, mensagem direta encaminhada ao comercial no mesmo dia.
Quantos contatos vieram de rede social — mesmo quando o número for baixo, como costuma ser. Você decide com o dado, não com a média do mercado.
Se o seu objetivo é volume de lead, comece por aqui. Redes sociais entram depois, para sustentar.
Diretamente, pouco. No case da ABC MedSeg, social orgânico gerou 2 dos 346 leads do período de 05/05 a 16/08/2026, contra 198 da busca orgânica. O papel da rede social em SST é outro: sustentar a decisão de quem já está avaliando a sua empresa. Se o objetivo é volume de contato, comece por SEO e Google Ads.
Depende de quem decide a compra. Consultoria que vende PGR e laudo para indústria encontra o decisor no LinkedIn. Clínica que atende empresas da região rende mais no Instagram, que ajuda também na busca local. Manter os dois com a mesma dedicação costuma dispersar esforço sem aumentar resultado.
Dúvida que o RH tem: prazo de ASO, validade de exame, o que muda na mudança de função, o que a empresa precisa entregar no eSocial. Mais registro da operação — treinamento aplicado, equipe técnica, estrutura. Evite card motivacional e frase de efeito: seu público está trabalhando, não se inspirando.
A frequência que a operação sustenta o ano inteiro. Perfil com trinta posts em dois meses e depois silêncio comunica pior que perfil com dez posts constantes — porque o visitante que foi checar a empresa vê a data do último post, não a quantidade.
Para reconhecimento local de clínica, às vezes. Para gerar contato comercial em SST, raramente compensa perto do Google Ads, porque no Google a pessoa já está procurando o serviço e no feed ela não está. Impulsionar post que já performou organicamente é o uso menos ruim.
Só com autorização de uso de imagem, e com EPI correto na cena. Publicar foto de trabalhador sem equipamento adequado no perfil de uma empresa de segurança do trabalho é o tipo de erro que circula rápido e contradiz o que você vende.
Conte onde a sua empresa está hoje e há quanto tempo não publica. Dá para dizer se o caso é gestão contínua ou só arrumar o perfil.