Campanha por linha de serviço
Exame admissional, PGR, laudo técnico e treinamento de NR têm urgência, ticket e concorrência diferentes. Cada um vira campanha própria, com orçamento e lance próprios.
Google Ads
A Pulse SST cria e gerencia campanhas de Google Ads para clínicas de medicina do trabalho, empresas de segurança do trabalho e consultorias de SST. As campanhas são montadas sobre termos regulatórios e intenção de contratação — não sobre volume de busca.
Google Ads é o canal que traz contato desde a primeira semana, porque captura demanda que já existe hoje: o RH com um admissional para resolver, a empresa com PGR vencendo, o SESMT com prazo de eSocial correndo. O que separa uma campanha boa de uma cara é saber quais buscas em SST valem dinheiro e quais só parecem valer.
A Pulse SST é agência Google Partner. O selo não é adesivo de site: o Google exige certificação da equipe em Google Ads, volume mínimo de investimento gerido nos últimos 90 dias e desempenho medido pelo próprio Google. Quem não mantém os três perde o selo.
O perfil é público e verificável — o selo ao lado leva direto para ele, no site do Google.
Exame admissional, PGR, laudo técnico e treinamento de NR têm urgência, ticket e concorrência diferentes. Cada um vira campanha própria, com orçamento e lance próprios.
O maior desperdício em SST é tráfego de quem não contrata: estudante, candidato a vaga, quem procura curso. A lista de negativas é construída antes da campanha subir e revisada com os termos de pesquisa reais.
Em SST a maior parte do contato chega por WhatsApp. Se só o formulário está configurado como conversão, o Google otimiza cego e o relatório mostra um custo por lead pior que o real.
O clique cai numa página que fala do serviço anunciado, no mesmo vocabulário. Mandar tráfego pago para a home é a forma mais rápida de queimar verba.
Raio de atuação por unidade ou por região atendida. Clínica não quer clique de outro estado, e consultoria com atuação nacional precisa de estrutura diferente da regional.
Número acompanhado de decisão. Campanha que consome verba sem converter é apontada e cortada — inclusive quando isso reduz o investimento sob nossa gestão.
“Segurança do trabalho” tem volume alto e converte mal: atrai estudante, curso técnico e candidato a emprego. “LTCAT”, “PPP” e “S-2240” têm volume baixo e converte muito melhor, porque quem digita está resolvendo uma obrigação. A ferramenta de palavra-chave desestimula exatamente o termo que dá resultado.
Boa parte do orçamento em contas de SST mal cuidadas vai embora nesses termos. Eles parecem relevantes e nunca geram contrato.
O Smart Bidding otimiza pelo que consegue medir. Se o clique no WhatsApp não é conversão, o algoritmo distribui a verba com metade da informação — e o relatório apresenta um custo por lead muito pior do que a conta realmente entrega. É o erro mais comum que encontramos ao assumir uma conta.
Medir o clique é o mínimo. Quando o atendimento roda na API oficial do WhatsApp Business, cada conversa fica registrada com origem, horário e desfecho — dá para saber quantos contatos viraram orçamento, e não só quantos botões foram clicados. O ProSST, do mesmo ecossistema da Pulse SST, é Meta Tech Provider e faz essa parte quando o cliente precisa.
Um admissional fecha no mesmo dia. Um contrato de PGR leva semanas, com visita técnica e aprovação do financeiro. Avaliar as duas campanhas pela mesma janela leva a cortar a que estava funcionando.
Dados da conta da ABC MedSeg, cliente da Pulse SST. Cada número traz o período e a fonte.
Não prometemos repetir esses números na sua conta. Volume de busca, concorrência e ticket mudam por região e por serviço. O que se repete é o método.
Conta existente: leitura de termos de pesquisa, conversões configuradas, estrutura de campanha e páginas de destino. É onde aparecem os desperdícios e as conversões que não estão sendo medidas.
Conversão de formulário, de ligação e de clique em WhatsApp configuradas e testadas. Verba antes de medição é dinheiro gasto no escuro.
Uma campanha por linha de entrega, com negativas aplicadas desde o primeiro dia e página de destino correspondente.
Termos de pesquisa revisados toda semana. Mudança de orçamento e de estrutura com base no ciclo real de cada serviço, não na oscilação de sete dias.
Funciona bem, porque a demanda em SST nasce de obrigação legal e a busca acontece com intenção de contratar. O resultado depende de três coisas: campanha separada por linha de serviço, lista de negativas rigorosa e conversão de WhatsApp configurada. Sem isso, a conta gasta em tráfego que não vira contrato.
É a certificação do programa oficial de parceiros do Google. Exige certificação da equipe em Google Ads, volume mínimo de investimento gerido nos últimos 90 dias e desempenho medido pelo próprio Google. É reavaliada continuamente: quem deixa de cumprir perde o selo. O perfil da Pulse SST é público no diretório de parceiros.
Depende do serviço e da região. Termos de SST têm custo por clique variável, e uma campanha regional de exame ocupacional exige menos verba que uma de consultoria com atuação nacional. Definimos o valor a partir do seu ticket médio e do volume de busca da sua praça — sem número de tabela.
Google Ads captura demanda que já existe, então os primeiros contatos costumam vir na primeira semana de veiculação. O que leva mais tempo é a otimização: o algoritmo precisa de volume de conversões para calibrar, e serviços com ciclo longo demoram mais a fechar esse ciclo.
Porque são compras diferentes. O admissional é urgente, de ticket baixo e decisão imediata. O PGR é planejado, de ticket alto e decisão em semanas. Na mesma campanha, o Google otimiza para o que converte mais rápido e sufoca o que dá mais receita.
Sim, e começamos por auditoria: termos de pesquisa, conversões, estrutura e páginas de destino. Na prática, os dois achados mais frequentes são conversão de WhatsApp não configurada e campanha consumindo verba sem nenhuma conversão no período.
Se já roda Google Ads, dá para olhar os termos de pesquisa e as conversões configuradas e dizer onde está o desperdício.